terça-feira, 22 de junho de 2010

Miscelânia - Frases no twitter

-Nem que queria muito.... não tá no coração
-Em silêncio te pedi um abraço, em teu suspiro entendi que você me ouviu
-Há uma diferença entre o amor e o sexo....... a posição!!! (Levemente Canalhas Society)
-Sabia que aquele caminho era o mais errado. segui assim mesmo. Confortavelmente entorpecido...
-Até certo ponto era conveniente acreditar em tuas raras verdades, isto,até o momento em que me senti traido por minhas próprias convicções...
-Duas outras grandes utilidades de uma boa dose de Jack Daniels. Abre pernas e mentes!!!(Levemente Canalhas Society)
-Noites são sempre noites, até o momento que vc descobre o que há além da ausência de luz .
-Tudo era uma questão de entender e aceitar que podia ser simples. Preferimos o caminho inverso.
-O sexo é o suborno da criação..........
-Ela, volta e meia, não era uma mulher, nem menina... era simplesmente algo.
-Tenho idéias, algumas vezes uma profusão delas, dançando nuas em minha mente...
-Eu precisava me manter distante, um estado necessário de inércia. Assim permaneceria longe da "Falsidade alheia""""
-Furaram os olhos do demônio, ele agora está enfurecido.
-Tenho planos. Grandes probabilidades estão aliadas a estes planos. logo, não tenho um decisão. mesmo que tudo seja tão atraente.
-Hoje tive um sonho com uma coisa, bem, não era uma coisa, uma pessoa... mas o que difere pessoas e coisas ??
-Anda há muito tempo para invadirmos as emoções....


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Quando não houver mais santos

Quando não houver mais santos
pra onde você irá fugir
e a dor é tudo que irá sentir
então porque parar
se uma voz suave toca você
e te pede pra ir mais
mais além do que és.
ouça as canções de guerra, canções de amor
parecem tão iguais
e todas te fazem chorar
são gritos, são vozes
são anjos a te condenar
segurando suas armas
um segundo antes de atirar
é o bastante pro teu perdão
tuas palavras já não tem valor...

tua falsa fé não lhe sustentou
teu mundo de mentiras se rende
como castelos se desfazendo ao vento
são lágrimas, súplicas
um pedido de arrependimento
uma oração que já não pode te salvar
teus truques e histórias
já não enganam mais
não há mais uma saída
não existe volta
e a vida cobra de você
um motivo pra lhe perdoar...

O primeiro pecado

Aceitei aquele beijo
como a terra aceita a chuva...
era o primeiro
de uma grande tempestade.

(...)

Anjos e Malditos
dançam com a morte
céu e inferno,
encantos e utopias.
a libído da alma,
o pecado do beijo,
é dor e prazer
que atravessa a carne,
tapa teus olhos,
rouba teus sonhos.
corpo e alma
que celebram o indefinido,
a morte que veste,
tua vida nua...

Fantasmas

Fantasmas em minha mente,
loucos,
perversos,
indecentes.
copulam com minha'lma
estranhes dos sentidos,
loucura liberada,
prazer demente.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Soneto à morte


a vida jaz com um suspiro da morte
o lascivo gosto do rancor abstrato
em brumas noturnas festejas 
displicente ao próprio ato. 

os corpos tombam aos milhares 
onde se refestelam os vermes da terra 
sangue, carne e ossos em bandejas fúnebres 
banquete mórbido da matéria que se esfacela. 

um agônico suspiro precede o fim da vozes 
cerram-se os olhos dando adeus à sorte 
ecoando à sua volta trombetas nefastas; 

veloz corcel negro, gélido vento do norte. 
furtiva, aproximas indiferente aos prantos. 
tristeza dos que ficam, alívio pra quem parte

Soneto a nós

Somente penso no eu
quando do ti me esqueço
esquecer, é então proposital
singular forma do meu apreço.

não há forma individual do nós
nem tão intenso, nem mais coeso
porque, se pro eu não existisse o ti
seria o mesmo que o fim sem o começo.

o ti, as estrelas e a porta
o eu, o céu e as chaves
indivisível; o nós, assim, simbiose perfeita.

o tempo vilão escraviza ao esmero
mas somos nós o que um do outro espera
a comunhão infinita; o nós pronome eterno